sábado, março 03, 2007





















É na cor esmeralda do teu olhar,
Nas palavras que só tu sabes dizer,
Que descubro este imenso prazer
De te ouvir a falar, pra te cantar.

Não sei que pensar, nem sei que fazer
Estou já perdido, não o vou negar
Nunca na vida eu pude tocar
Alma tão pura com tanto prazer.

E agora que vais, que partes prá vida
Há cravos vermelhos pra te abraçar
E um mundo que se abre ao teu passar
Um mundo que assiste à tua corrida

No desespero de não encontrar
O lugar que um dia ousaste sonhar.


Manuel F. C. Almeida

4 comentários:

Maria Arvore disse...

Este poema tem um ritmo espectacular.

Anónimo disse...

querida amiga maria, o ritmo é fruto do que de mais belo temos. nasce no nosso interior e espalha-se como se fosse uma doença que nos toma tudo.

Anónimo disse...

Poema ritmado,rico em metáforas,entre o quer e o não saber.
Mas existe o mundo que nos abraça,todos os dias da nossa vida.

Bem hajas.

Beijinhos Zita

Anónimo disse...

muito obrigado zita. sempre atenta e sensivel