
É na cor esmeralda do teu olhar,
Nas palavras que só tu sabes dizer,
Que descubro este imenso prazer
De te ouvir a falar, pra te cantar.
Não sei que pensar, nem sei que fazer
Estou já perdido, não o vou negar
Nunca na vida eu pude tocar
Alma tão pura com tanto prazer.
E agora que vais, que partes prá vida
Há cravos vermelhos pra te abraçar
E um mundo que se abre ao teu passar
Um mundo que assiste à tua corrida
No desespero de não encontrar
O lugar que um dia ousaste sonhar.
Manuel F. C. Almeida
4 comentários:
Este poema tem um ritmo espectacular.
querida amiga maria, o ritmo é fruto do que de mais belo temos. nasce no nosso interior e espalha-se como se fosse uma doença que nos toma tudo.
Poema ritmado,rico em metáforas,entre o quer e o não saber.
Mas existe o mundo que nos abraça,todos os dias da nossa vida.
Bem hajas.
Beijinhos Zita
muito obrigado zita. sempre atenta e sensivel
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