
Misteriosa e distante
Que parece indicar
O caminho certo;
O caminho que não conhece
Fronteiras ou a cor da
Minha alma.
O caminho que não conhece
A verdade ou as palavras
Escondidas e impuras.
Em mim há uma mão
Que não sente o sopro
Do vento
Nem a corrente fria
Das águas
Que deslizam no
Pensamento.
Manuel F. C. Almeida








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