
Desenhado em plena época das flores
Quando me sentava a teu lado,
E as tuas mãos de pai
Me afagavam os cabelos
Soltos de menino,
E me apontavam
Os caminhos que marcaste.
Naquele lugar erguemos uma fortaleza
De muralhas silenciosas.
Agora é nesse lugar que me
Costumo sentar com o meu filho
Numa linguagem de gestos e olhares
Com que abraçamos o mundo e a vida.




















