segunda-feira, setembro 08, 2008





O VERBO



foto by:ricardo canhoto








O verbo é a doença do ser e do não ser
canto entusiasmado da noite em que a lua
é a esperança da vida e da memória dos
dias em fonte. E o verbo foi o início dos tempos
de angustia, da terra iluminada de razões
que se fundem insondáveis, que a razão
ultima não se vislumbra numa pedra
suspensa no universo gravitacional.

Nem no conjunto de átomos animados
pela magia do carbono.

Manuel F. C. Almeida

7 comentários:

RENATA CORDEIRO disse...

Como sempre, o seu poema é uma obra-prima. As pessoas o entendem?
Meu amigo, estou tão farta de ser caluniada, pois há muitas pessoas que me querem longe daqui e não medem esforços para tanto. Eu não agüento mais. Cogito a idéia de fechar o meu Blog,d e que tanto gosto.
Ajude-me, dê-me uma palavra,
Renata

_E se eu fosse puta...Tu lias?_ disse...

Sarava!!


Uiiiiiiii... aí está um grande verbo;P


beijocas

Touch disse...

Encontro na essência do teu poema
um verbo conjugado onde o seu Tempo é ilustrado por cores e harmonias, salientado de beleza.

É um prazer ler-te

Touch

Paulo Vilmar disse...

Manuel!
E, verbos somos nesta pedra suspensa!
Lindo poema!
Abraços.

RENATA CORDEIRO disse...

Homem bonito, eu estava prestes a fechar o meu Blog por pressão de pessoas maledicentes, mas como recebi a solidariedade dos amigos, resolvi ficar e, de quebra, fiz novo post.
Apareça,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
Ps: A temática dos poemas era erótica, mas não tive coragem de entrar aqui de novo e mexer nas suas coisas.

LUIS MILHANO (Lumife) disse...

Coloquei-te na galeria do "Beja - Dando Voz aos Poetas". Espero não leves a mal por não te ter consultado antecipadamente.

Um abraço

sagher disse...

sem problemas lumife