
Continuo sem sono. As noites são longas e frias. Deixo o tempo correr ao sabor do meu sentir.
Se escrevo um poema, apenas procuro uma forma de enganar o cérebro e dormir.
Teimosamente fico a converter esperanças em memórias e vice-versa. Deixo que o vento e o tempo cavalguem na minha vontade e no meu pensamento.
É tarde, a lua já está alta e estou cansado, revejo o último pensamento e fico feliz por ter sonhado acordado.



















