avec le temp
NAO DIGAS QUE NAO ME COMPREENDES:
Foram-se os sonhos de uma assentada.
A paz, o pão a habitação,
A saúde a educação
Tudo foi perdido
De mão beijada
Não perguntem como
Ninguém sabe nada.
Vieram mais cinco
E duma assentada
Viram a casa, o carro
A vida penhorada.
Que a liberdade um dia passou por aqui,
Foi aprisionada e depois fuzilada,
Finalmente a vida voltou ao que era
Só mudaram os nomes
Não mudou mais nada
Eu pertenço a um outro país que não o vosso, a um outro quarteirão, a uma outra solidão LÈO FERRÉ
segunda-feira, agosto 21, 2006
terça-feira, fevereiro 28, 2006
quando a especie fica encurralada
sábado, janeiro 21, 2006
cús, talvez esteja de volta

ia eu a passear pelas ruas do barreiro quando, dentro de uma farmácia, se me depara um daqueles cús que de imediato apetece fazer festas ou dar umas nalgadas.a seu lado um outro cu, bem menos atrativo, ou mesmo nada, também marcava presença.esperei e fiquei a ver a preciosidade. de repente eis que sai, e de imediato a vejo entrar num belo auti TT, uma maquina. logo de seguida vejo sair a outra. fiat punto á espera.pensei com o meu amigo :- é pá esta merda dos bons cus, um gajo quase que topa pelo carro em que andam. moral da história:- se queres ver bons cús olha sempre prás gaja que saem de BM'S pra cima. o resto esta muito bera.
quarta-feira, novembro 30, 2005
No dia da morte de Fernando Pessoa aqui vai o espirito Português

O governo decidiu construir uma ponte e, para esse efeito, foi aberto umconcurso público. Concorreram três empreiteiros:
um Espanhol, um Americano eum Português:
Proposta do Espanhol: 3 milhões de euros. - 1 milhão pela mão-de-obra; - 1 milhão pelo material; - 1 milhão para lucro.
Proposta do Americano: 6 milhões de euros: - 2 milhões pela mão-de-obra; - 2 milhões pelo material; - 2 milhões para lucro mas o serviço é de primeira.
Proposta do Português: 9 milhões de euros: -"Nove milhões?", admirou-se o Presidente de Câmara. "É demais! Porquêtanto?" Respondeu o empreiteiro Português: "É simples": - 3 milhões para mim; - 3 milhões para si; - 3 milhões para o Espanhol fazer a obra...
- A quem é que foi entregue a OBRA ?
sexta-feira, novembro 25, 2005
e esta em?
- Querido, achas que sou bonita? - Eu não diria bonita, pois trata-se de um conceito adoptado pelas classes dominantes para classificar animais humanos dentro de padrões de beleza culturalmente preestabelecidos. - Isso que dizer que sou feia? - Cosmeticamente diferente é o termo mais adequado. - Mas, tu ainda me amas? - O amor é um sentimento inventado pela burguesia com intuito de subjugar os indivíduos a um único modo de pensar a sociedade, tirando-lhes a razão e o senso crítico. - E depois? - Depois, nutro por ti um sentimento de co-participação em interesses de
\r\nordem habitacional, económica e sexual. - O quê? Quer dizer que tu só me queres como mulher-a-diase prostituta? - Não se diz mulher-a-dias e sim higienizadora ambiental.E tratar parceiras sexuais alugadas como prostitutas não é politicamente correcto. - Tu deves estar louco. - Emocionalmente fora do padrão. - Bem me avisaram que eras um chato. - Chato não, pessoa interessante de maneira diferente.- Como fui cega..- Desprovida de capacidade visual é mais correcto.- Idiota! - Pessoa com ideia fixa. - Para mim chega! Vou procurar um amante que me queira.- Não precisas de recorrer a este tipo de relacionamento om padrão não convencional, nós ainda podemos partilhar de uma coexistência audável como duas pessoas com referências diferenciadas da cultura dominante. - Prefiro viver com um lavador de carros a continuar contigo!- A tua preferência em manter uma coabitação de carácter afectivo com um especialista em aparência de veículos, não te dá o direito de comparar opções de meio de sobrevivência alternativo com o meu comportamento que se diferencia dos dogmas do status quo.- Ah, por que é que não podes ser uma pessoa normal? - A normalidade é uma convenção imposta.
terça-feira, novembro 08, 2005
A DEMOCRACIA OU ANTES A DITADURA DA MAIORIA
Leitor atento de matérias que digam respeito à liberdade de cada um e ao afirmar da sua personalidade, não deixei de reparar nas noticias sobre o arquivar de um processo referente a queixas apresentadas por uma aluna contra as praxes académicas.
Em 1º lugar quero endereçar a todos os que se negam a tais praticas o meu profundo reconhecimento e agradecimento. O facto de existirem e de lutarem pelo direito à diferença encerra em si mesmo a demonstração de muita inteligência e de muita capacidade analítica. No entanto fico sempre espantado com a posição complacente dos poderes instituídos ( reitorias, conselhos directivos, policias, juizes, pais e forças de segurança) já que tais práticas mais não visam que o humilhar do “outro” retirando-lhe o direito à condição humana e condenando-o a ser apenas e só mais um animal do rebanho, sem personalidade própria e, mais grave ainda, procurando moldar a sua personalidade através de uma pratica mesquinha, irracional, cruel e profundamente injusta.
Espanta-me pois o facto de uma queixa apresentada por uma aluna ser tratada com a ligeireza com que o foi. Isto apenas prova que a cultura não se ganha nas escolas, é um processo interior de descoberta do mundo, um processo activo e acima de tudo uma afirmação de liberdade pessoal e de respeito pelos “ outros”. Infelizmente os que advogam as praxes académicas ou outras quaisquer apenas revelam a sua face mais mesquinha e a sua incapacidade de viver socialmente sem a canga do peso das hierarquias.
Viva a consciência de ser livre.
sagher
Em 1º lugar quero endereçar a todos os que se negam a tais praticas o meu profundo reconhecimento e agradecimento. O facto de existirem e de lutarem pelo direito à diferença encerra em si mesmo a demonstração de muita inteligência e de muita capacidade analítica. No entanto fico sempre espantado com a posição complacente dos poderes instituídos ( reitorias, conselhos directivos, policias, juizes, pais e forças de segurança) já que tais práticas mais não visam que o humilhar do “outro” retirando-lhe o direito à condição humana e condenando-o a ser apenas e só mais um animal do rebanho, sem personalidade própria e, mais grave ainda, procurando moldar a sua personalidade através de uma pratica mesquinha, irracional, cruel e profundamente injusta.
Espanta-me pois o facto de uma queixa apresentada por uma aluna ser tratada com a ligeireza com que o foi. Isto apenas prova que a cultura não se ganha nas escolas, é um processo interior de descoberta do mundo, um processo activo e acima de tudo uma afirmação de liberdade pessoal e de respeito pelos “ outros”. Infelizmente os que advogam as praxes académicas ou outras quaisquer apenas revelam a sua face mais mesquinha e a sua incapacidade de viver socialmente sem a canga do peso das hierarquias.
Viva a consciência de ser livre.
sagher
sábado, outubro 29, 2005
como se criam verdades falsas
| Sendo leitor do DN não deixei de ler a peça “DESAFIOS GLOBAIS AMEAÇAM A EUROPA” do vosso jornalista LUÍS NAVES, em relação à mesma ocorrem-me algumas criticas ao seu conteúdo interno. Logo no seu intróito o cenário apresentado é o da inevitabilidade do colapso desta Europa social, quer pela via liberal que advoga rupturas, quer pela via reformadora que advoga uma forma mais gradual de retirar aos europeus aquilo que conquistaram. Convém pois Ter sempre presente que o autor da peça apresenta a questão de forma simplista. E digo isto porque o dever da Europa seria o de exigir, no quadro da globalização, que os países com os quais se assinam acordos de comercio livre, mantenham a mesma exigência em termos sociais que a Europa. Mas tal nunca irá acontecer, e isso deve-se ao facto dos governos representarem interesses económicos que pretendem exactamente o contrário, ou seja pressionar o modelo social europeu provocando a sua falência e provocando a capitulação das conquistas sociais da Europa. Assim analisemos o que é dito na peça no que concerne ao MODELO SOCIAL. A constatação de que no espaço da UE existem diferentes modelos sociais apenas me sugere que em todo o processo de construção europeia existiu desde o inicio uma ideia; a de que a Europa social teria de desaparecer para que o poder político pagasse aos grupos económicos os favores que lhe deve. Assim aos trabalhadores europeus restará a resignação( tão apregoada por muitos) para que continuem a manter os seus empregos, abdicando dos seus direitos conquistados ( é bom que se recorde isso) na sequência de uma guerra onde perderam a vida milhões de europeus e à qual se seguio um boom económico sem paralelo na história da Europa e onde até a classe política saída do pós guerra verificou que era necessário redistribuir a riqueza de forma sustentada para dessa forma ser possível combater o modelo soviético que tantos encantava por toda a Europa . Desfeito o império soviético, o capitalismo selvagem tomou finalmente nas mãos o destino do mundo e com o auxilio dos partidos “ socialistas” europeus lançou-se na procura de domínio do mundo contando ainda com o apoio do “ comunistas chineses” ( nome anedótico claro). E assim a Europa social é hoje em dia vista como uma quimera, algo do passado, porque sem o perigo de um sistema alternativo resta aos europeus alterarem no poder o mau com o medíocre. No que concerne ao EMPREGO afirma o autor da peça, de forma coerente diga-se, que tudo se joga na elasticidade das leis laborais. E isto sendo em parte verdade não é, de forma alguma, toda a verdade. Para que se obtenha uma visão mais racional das coisas convinha que se perguntasse o que pretendem aqueles que advogam leis laborais mais liberais. A pergunta é para quê? Se um funcionário com 55 anos começa a dar sinais de cansaço ou de menor concentração, será despedido nesse paradigma liberal, com um estado que abandonou a protecção social, que lhe resta? Em relação ao problema da IMIGRAÇÃO não entendo qual a questão. Então não é possível às empresas deslocalizarem-se e aos capitais volatilizarem-se por todo o mundo? Então porque razão não podem as pessoas livremente deslocarem-se de região para região? A coerência dos que defendem a globalização exige-lhe que aceitem isto como um facto necessário. O ENVELHECIMENTO da Europa, algo preocupante, pode e deve ser compensado com a chegada de gente vinda de outras paragens ou então passar por políticas de reforço das garantias da mulheres em caso de gravidez e para ilustrar isto basta-me citar um conhecido empresário nacional que confrontado com a questão da maternidade nas suas colaboradoras afirmou: - o melhor contraceptivo que existe são os contratos a prazo. Ou seja na visão dos grupos económicos o trabalho precário junto das mulheres condiciona a sua disponibilidade para a maternidade. E dizem-se defensores da nacionalidade, dos direitos humanos e da família ( muitos participam ao Domingo na expiação dos pecados semanais). Assim se ENTENDE a conclusão da peça, comparar a EUROPA à Índia e à China sem questionar algumas das premissas em que assentam essas comparações é apenas dizer parte da verdade. Porque se é verdade que esses países apresentam altas taxas de natalidade e grande vigor económico conviria dar a conhecer aos europeus a base social em que assentam esses modelos e já agora perguntar aos europeus se as ditaduras iraquianas ou afgãs foram assim tão diferentes das economias dos tigres asiáticos e se entendem ser razoável manter relações comerciais com esses países no actual quadro desiguial onde o que se pretende é tonar miseravel a rxistencia humana, mormente dos que ocupam a base da puramide social |
domingo, setembro 25, 2005
quadro completo

e ja correm o soares, alegre, e chico louçâ jerónimo anda nos ares e cavaco na diz que nã sao pois cinco os passarinhos dispostos ao sacrificio de sairem mais gordinhos deste tão belo oficio presidente querem ser coisa que todos merecem passeatas até mais nao poder desta função nao se esquecem ja mestre bordalo afirmava ser grande vaca, a politica a burguesia mamava o povo aguava em bica
|
domingo, julho 31, 2005
a dança já começou
parabéns aos partids socialistas da europa. conseguiram que o ódio fascista e racista despertasse.
a internacinal socialista deveria questionar-se sobre os metodos usados pelo srº tony para criar o medo. parabés mi5 e parabés ingleses, um machado sempre é mais humano que misseis, especialmente se o alvo for um pobre negro inocente á espera do autocarro
a internacinal socialista deveria questionar-se sobre os metodos usados pelo srº tony para criar o medo. parabés mi5 e parabés ingleses, um machado sempre é mais humano que misseis, especialmente se o alvo for um pobre negro inocente á espera do autocarro
quarta-feira, julho 27, 2005
que mundo é este
a pergunta surgiu-me ao analizar os ultimos acontecimentos em inglatera e as declarações do trabalhista tony blair. na verdade, começo a questionar-me sobre aquilo que nos é dado a conhecer. factos: uma semana antes da reunião do G8 um movimento algo naif tentou e conseguiu, em parte, mobilizar o mundo para o problema a fome no emisferio sul, nomeadamente em áfrica. foi com altas expectativas que o mundo assistiu á reunião dos senhores da guerra. la estavam todos. os mais badalados em 8 eram blair, bush, putin, e chirac, senhores de um poderio militar assutador e de uma não menos aterradora capacidade para pulverizar o mundo. a pressão sobre eles era imensa, pedia-se o perdão da divida dos paises pobres ( como se estes senhores fossem pessoas de boa vontade ) a reunião começou; assim como o folclore associado por parte dos grupos ditos anti globalização. tudo seguia como planeado. bush recusava-se a baixar a emissões de co2( que nome se deve dar a isto? terrorismo? crime contra a humanidade?) chirac tentava desesperadamente voltar a ser aceite na pax imperial, blair fazia o papel de escuteiro e putin espreitava a opurtunidade. aliás todos a espreitavam. ela surgiu. alguém, supostamente ligado a uma organização islamica, fez um favôr aos senhores do G8. as bombas que explodiram tiveram como alvo, não os ingleses, mas antes os povos de todo o mundo, tiveram o condão de fazer esquecer a dita reunião, de provocar um aumento nos preços do petroleo, de fazer esquecer os atropelos dos direitos humanos na russia e nos estados unidos, de nao se falar mais no perdão da divida, de nao se falar mais nas questões do aquecimento global de nao se condenar a china pela genocidio do povo tibetano. a reunião nao passou de um lugar de repouso. a explosões rebentaram nas nossas maos, querem diminuir as liberdades civicas, matam indescriminadamente em nome ds segurança, basta teres uma cor diferente da maioria para te tornares suspeito, prendem pessoas sem qualquer acusação. este é um mundo onde as explosões me parecem cada vez mais uma encomenda e o fundamentalismo islamico uma criação necessaria dos poderosos. afinal eles necessitam de desculpas para tornarem isto tudo num pesadelo capitalista e liberal onde a organização social terá o nome de " democracia" e a praxis do fascismo.
sábado, julho 16, 2005
que mundo
esta será uma reflexão demorada. demorada porque as coisas não são lineares. porque o mundo é algo mais que aquilo que nos permitem ver. as alterações climaticas, o preço do petróleo, as guerras, os diferentes terrorismos, o mundo ocidental, a voracidade do lucro, a procura crescente de drogas e de coisas afins, o ataque a tudo o que seja direitos dos trabalhadores são de forma complicada reversos da mesma medalha. o capitalismo é hoje rei e senhor de um mundo globalizado e no qual a palavra de ordem é:
comércio livre.
e aqui começa a 1º grande mistificação. isto é:
como é possivel assinar acordos de comercio livre com paises onde a protecção social é enexistente, onde os sindicatos estão dominados ou proibidos e onde a mao de obra é pouco mais que escrava?
é desta forma que assistimos ao deslocalizar das empresas para paraisos do lucro como a china a india e outros paises que tendo mao de obra qualificada oferecem baixos custos de produção e uma paz social forçada. afinal a união europeia, ou antes os capitalistas da mesma, estão-se é borrifando para as pesoas. tudo são numeros, e as pessoas que pra eles trabalham não passam de meras incidências estatiscas. a coberto de uma capa democratica, a grande burguesia europeia está de forma clara e intencional a tentar condenar os trabalhadores europeus a uma existencia próxima do incio dos anos 50. o tão almejado e atacado sistema de segurança social eu ropeu está condenada. a menos que algo mude( continuará, só não sei quando)
comércio livre.
e aqui começa a 1º grande mistificação. isto é:
como é possivel assinar acordos de comercio livre com paises onde a protecção social é enexistente, onde os sindicatos estão dominados ou proibidos e onde a mao de obra é pouco mais que escrava?
é desta forma que assistimos ao deslocalizar das empresas para paraisos do lucro como a china a india e outros paises que tendo mao de obra qualificada oferecem baixos custos de produção e uma paz social forçada. afinal a união europeia, ou antes os capitalistas da mesma, estão-se é borrifando para as pesoas. tudo são numeros, e as pessoas que pra eles trabalham não passam de meras incidências estatiscas. a coberto de uma capa democratica, a grande burguesia europeia está de forma clara e intencional a tentar condenar os trabalhadores europeus a uma existencia próxima do incio dos anos 50. o tão almejado e atacado sistema de segurança social eu ropeu está condenada. a menos que algo mude( continuará, só não sei quando)
quarta-feira, abril 27, 2005
é tão simples
>> Um professor de Filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da> mesa e escreve no quadro:> "Provem-me que esta cadeira não existe".>> Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o> assunto.>> No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras na folha e > entrega-a> ao professor.>> Este, quando a recebe, não pode deixar de sorrir depois de ler:>> "Que cadeira?">> Conclusão: Não procure chifres em cabeça de cavalo ou pêlo em ovo. Opte> pela simplificação.>
domingo, abril 10, 2005
os cús
ia eu a passear pelas ruas do barreiro quando, dentro de uma farmácia, se me depara um daqueles cús que de imediato apetece fazer festas ou dar umas nalgadas.
a seu lado um outro cu, bem menos atrativo, ou mesmo nada, também marcava presença.
esperei e fiquei a ver a preciosidade. de repente eis que sai e de imediato a vejo entrar num belo auti TT, uma maquina. logo de seguida vejo sair a outra. fiat punto á espera.
pensei com o meu amigo godinho:
- é pá esta merda dos bons cus, um gajo quase que topa pelo carro em que andam. moral da história:
- se queres ver bons cús olha sempre prás gaja que saem de BM'S pra cima. o resto esta muito bera.
a seu lado um outro cu, bem menos atrativo, ou mesmo nada, também marcava presença.
esperei e fiquei a ver a preciosidade. de repente eis que sai e de imediato a vejo entrar num belo auti TT, uma maquina. logo de seguida vejo sair a outra. fiat punto á espera.
pensei com o meu amigo godinho:
- é pá esta merda dos bons cus, um gajo quase que topa pelo carro em que andam. moral da história:
- se queres ver bons cús olha sempre prás gaja que saem de BM'S pra cima. o resto esta muito bera.
terça-feira, abril 05, 2005
há uma montanha a mudar
há uma montanha a mudar
alegres as aves cantam
e os homens olham incredulos
é o tempo de mudar
mudar as montanhas
e desejar ter artes e saberes
para ser o que queres
não abdicar
nunca abdicar
que as montanhas são
como a vida
e a felicidade não é miragem
alegres as aves cantam
e os homens olham incredulos
é o tempo de mudar
mudar as montanhas
e desejar ter artes e saberes
para ser o que queres
não abdicar
nunca abdicar
que as montanhas são
como a vida
e a felicidade não é miragem
quarta-feira, fevereiro 16, 2005
uma canção embora não pareça
Apesar de não saber a origem deste texto, acho que podemos pensar
> nisto
>
>
> Na Grécia Antiga, Sócrates detinha uma alta reputação e era muito
> estimado pelo seu elevado conhecimento. Um dia, um conhecido do
> grande filósofo aproximou-se dele e disse: "Sócrates, sabe o que eu
> acabei de ouvir à cerca daquele teu amigo?" "Espera um minuto",
> respondeu Sócrates, "Antes que me digas alguma coisa, gostaria de
> te fazer um teste. Chama-se o "Teste do Filtro Triplo." "Filtro
> Triplo?" "Sim,", continuou Sócrates, "Antes que me fales do meu
> amigo talvez fosse uma boa ideia parar um momento e filtrar aquilo
> que vais dizer. Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo." E
> continuou: "O primeiro filtro é VERDADE. Tens a certeza absoluta de
> que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?" "Não,",
> disse o homem "o que acontece é que eu ouvi dizer que..." "Então,",
> diz Sócrates," não sabes se é verdade. Passemos ao segundo filtro,
> que é BONDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo é bom?" "Não,
> muito pelo contrário..." "Então,", continuou Sócrates "Queres
> dizer-me algo mau sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não
> verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro.
> O último filtro é UTILIDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo
> será útil para mim?" "Não, acho que não..." "Bem," concluiu
> Sócrates, se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos
> verdadeiro, para quê dizer-me?"
> nisto
>
>
> Na Grécia Antiga, Sócrates detinha uma alta reputação e era muito
> estimado pelo seu elevado conhecimento. Um dia, um conhecido do
> grande filósofo aproximou-se dele e disse: "Sócrates, sabe o que eu
> acabei de ouvir à cerca daquele teu amigo?" "Espera um minuto",
> respondeu Sócrates, "Antes que me digas alguma coisa, gostaria de
> te fazer um teste. Chama-se o "Teste do Filtro Triplo." "Filtro
> Triplo?" "Sim,", continuou Sócrates, "Antes que me fales do meu
> amigo talvez fosse uma boa ideia parar um momento e filtrar aquilo
> que vais dizer. Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo." E
> continuou: "O primeiro filtro é VERDADE. Tens a certeza absoluta de
> que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?" "Não,",
> disse o homem "o que acontece é que eu ouvi dizer que..." "Então,",
> diz Sócrates," não sabes se é verdade. Passemos ao segundo filtro,
> que é BONDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo é bom?" "Não,
> muito pelo contrário..." "Então,", continuou Sócrates "Queres
> dizer-me algo mau sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não
> verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro.
> O último filtro é UTILIDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo
> será útil para mim?" "Não, acho que não..." "Bem," concluiu
> Sócrates, se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos
> verdadeiro, para quê dizer-me?"
sábado, fevereiro 05, 2005
another song
É no fundo dos teus olhos que Descubro;
O porto de abrigo um diaSonhado.
Mas neste silêncio em que me Encubro;
não há certezas de ter lugar marcado.
Mas entendo, ó musa, que há algo aDizer;
Um segredo que os olhos teimam emFalar
E neste silêncio, que é o meuViver
Reside sempre a esperança de um dia parar
Porque foi tarde demais que euDescobri
Que viver mais não é que um Momento
E se nunca cantarei o que penso de ti
É devido á natureza do meuSentimento
Não devo pois magoar estaAmizade
Com actos ou frases que a possam Matar
Porque tudo o que sinto é imensa Saudade,
De silêncios e carinhos que estão por Trocar.
O porto de abrigo um diaSonhado.
Mas neste silêncio em que me Encubro;
não há certezas de ter lugar marcado.
Mas entendo, ó musa, que há algo aDizer;
Um segredo que os olhos teimam emFalar
E neste silêncio, que é o meuViver
Reside sempre a esperança de um dia parar
Porque foi tarde demais que euDescobri
Que viver mais não é que um Momento
E se nunca cantarei o que penso de ti
É devido á natureza do meuSentimento
Não devo pois magoar estaAmizade
Com actos ou frases que a possam Matar
Porque tudo o que sinto é imensa Saudade,
De silêncios e carinhos que estão por Trocar.
just a song
Sonhei o passado.
Memória de ti.
Estava a teu lado;
Mas não estavas ali.
Sonhei o futuro.
Momento sem ti.
Não estava a teu lado;
Mas tu estavas ali.
Olhei o presente.
Vivido sem ti.
Não estás a meu lado;
Mas eu estou ai
Memória de ti.
Estava a teu lado;
Mas não estavas ali.
Sonhei o futuro.
Momento sem ti.
Não estava a teu lado;
Mas tu estavas ali.
Olhei o presente.
Vivido sem ti.
Não estás a meu lado;
Mas eu estou ai
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