
A Florbela
Desenhavas sonetos no olhar
E sentimentos nas palavras
Teus olhos, de tanto chorar
Nunca paravam onde estavas
Teus amores e desencantos
Teus homens, tuas paixões
Trouxeram-te horas de prantos
Engalanaram tuas canções
Mas tanta dor e sofrimento
Tanta genealidade vivida
Terminaram no momento
Em que te subtraíste à vida.
Manuel F. C. Almeida
















































