
SER
Foto by:bruno silva
Envergonhadas, as tardes de Setembro,
Recordam-me o rebentar das ondas,
O momento único e explosivo
Do fim.
Em cada molécula de água mantém-se
O meu desespero,
Em cada átomo vivo
Eu nada sou e tudo espero.
Manuel F. C. Almeida
Recordam-me o rebentar das ondas,
O momento único e explosivo
Do fim.
Em cada molécula de água mantém-se
O meu desespero,
Em cada átomo vivo
Eu nada sou e tudo espero.
Manuel F. C. Almeida
5 comentários:
"Eu nada sou e tudo espero." Taí, vc conseguiu fazer-em chorar. O seu poema é de uma beleza infinda, que rima com tristeza, rima horrível, mas o seu poema é belo, triste, profundo. Ainda em choque. Mas tenho que sair.
Homem, convido-o a apreciar o meu novo post. Vim aqui por esses dias para perguntar-lhe se queria participar, mas como não obtive resposta, interpretei como um não. Mas não tem problema, só tem problema se vc não aceitar o meu convite.
Um beijo,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
oi moço...
Aqui estou...Olha,foi difícil chegar até aqui, pois você conseguiu me dar o endereço todo errado acredita?Pois foi!rs...Mas vamos falar do teu lugar,teu canto de inspiração...Lindo o poema...Profundo mostrando o lado romantico de Sagher...Adorei a música tb.
Eu vou agora mas voltarei!
Beijo!
Testando...Entrei novamente para ver se estava tudo certinho pela minha portinha por onde chego até aqui.E desta vez deu certo...Então, o senhor agora faz parte dos meus blogs preferidos!Gostou?rs...Até!
Tb tenho dias assim eu que nada sou e tudo espero...tudo quero.Ainda bem que te leio, sinto-me menos só neste tudo e nada ser, tudo e nada querer.
Beijo
Fico um pouco mais para ouvir a música.Sabe tão bem!
Enviar um comentário