sexta-feira, setembro 26, 2008





SER



Foto by:bruno silva


Envergonhadas, as tardes de Setembro,
Recordam-me o rebentar das ondas,
O momento único e explosivo
Do fim.

Em cada molécula de água mantém-se
O meu desespero,
Em cada átomo vivo
Eu nada sou e tudo espero.

Manuel F. C. Almeida

5 comentários:

RENATA CORDEIRO disse...

"Eu nada sou e tudo espero." Taí, vc conseguiu fazer-em chorar. O seu poema é de uma beleza infinda, que rima com tristeza, rima horrível, mas o seu poema é belo, triste, profundo. Ainda em choque. Mas tenho que sair.
Homem, convido-o a apreciar o meu novo post. Vim aqui por esses dias para perguntar-lhe se queria participar, mas como não obtive resposta, interpretei como um não. Mas não tem problema, só tem problema se vc não aceitar o meu convite.
Um beijo,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com

Maria Dias disse...

oi moço...

Aqui estou...Olha,foi difícil chegar até aqui, pois você conseguiu me dar o endereço todo errado acredita?Pois foi!rs...Mas vamos falar do teu lugar,teu canto de inspiração...Lindo o poema...Profundo mostrando o lado romantico de Sagher...Adorei a música tb.

Eu vou agora mas voltarei!

Beijo!

Maria Dias disse...

Testando...Entrei novamente para ver se estava tudo certinho pela minha portinha por onde chego até aqui.E desta vez deu certo...Então, o senhor agora faz parte dos meus blogs preferidos!Gostou?rs...Até!

Sónia disse...

Tb tenho dias assim eu que nada sou e tudo espero...tudo quero.Ainda bem que te leio, sinto-me menos só neste tudo e nada ser, tudo e nada querer.

Beijo

Sónia disse...

Fico um pouco mais para ouvir a música.Sabe tão bem!