
O VERBO
foto by:ricardo canhoto
O verbo é a doença do ser e do não ser
canto entusiasmado da noite em que a lua
é a esperança da vida e da memória dos
dias em fonte. E o verbo foi o início dos tempos
de angustia, da terra iluminada de razões
que se fundem insondáveis, que a razão
ultima não se vislumbra numa pedra
suspensa no universo gravitacional.
Nem no conjunto de átomos animados
pela magia do carbono.
Manuel F. C. Almeida
7 comentários:
Como sempre, o seu poema é uma obra-prima. As pessoas o entendem?
Meu amigo, estou tão farta de ser caluniada, pois há muitas pessoas que me querem longe daqui e não medem esforços para tanto. Eu não agüento mais. Cogito a idéia de fechar o meu Blog,d e que tanto gosto.
Ajude-me, dê-me uma palavra,
Renata
Sarava!!
Uiiiiiiii... aí está um grande verbo;P
beijocas
Encontro na essência do teu poema
um verbo conjugado onde o seu Tempo é ilustrado por cores e harmonias, salientado de beleza.
É um prazer ler-te
Touch
Manuel!
E, verbos somos nesta pedra suspensa!
Lindo poema!
Abraços.
Homem bonito, eu estava prestes a fechar o meu Blog por pressão de pessoas maledicentes, mas como recebi a solidariedade dos amigos, resolvi ficar e, de quebra, fiz novo post.
Apareça,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
Ps: A temática dos poemas era erótica, mas não tive coragem de entrar aqui de novo e mexer nas suas coisas.
Coloquei-te na galeria do "Beja - Dando Voz aos Poetas". Espero não leves a mal por não te ter consultado antecipadamente.
Um abraço
sem problemas lumife
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