
Sou da vida um foragido
Um pária que em nada crê
Não passo de um proscrito
Aos olhos de quem me vê.
Não tenho deuses, nem fé
Nem lugar que seja meu
Caminho pelo meu pé
Cabeça erguida pró céu.
Minha casa é todo mundo
E todo mundo meu irmão
Meu anseio mais profundo
É dar a todo o mundo a mão.
Manuel F. C. Almeida
4 comentários:
Beleza.Minha casa é todo mundo...
Quanta poesia brota daí. As vezes venho na madrugada, passo por aqui em silêncio. Um grande abraço
Lindo. Sempre achei os seus poemas lindos. Aliás, vc é uma pessoa muito interessante. Passe no meu blog, tem post novo:
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
Um beijo com carinho da Rê
vim agradecer as palavras simpáticas que me deixou.
há uma que gosto particularmente e que não fez parte das tuas: sublime! mas como se apenas me limito a exteriozar sentimentos? do meu bom gosto claro.
coincidência ou não vou ouvir hoje leonard cohen no passeio marítimo de algés às nove da noite por isso o crepúsculo promete...
Grata pela visita;)
E 19 tem a gata;)
Quanto ao nick.... sempre adorei provocar:P
beijocassss
e gostei da poesia!
vou linkar!
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