
quadras soltas
(para cantar sobre a musica de Sergio Godinho)
Livres são as quadras soltas
que um dia todos cantaram
Menos livres são as gentes
Que nelas acreditaram
Falavam de liberdade
De educação para todos
Prometiam igualdade
E Felicidade… a rodos
Ó i o ai, aí está o engenheiro
Ó i ó ái pra nossa vida tratar
Ó i ó aí mas que grande embusteiro
Mas que grande embusteiro
Em que o povo foi votar
A liberdade foi morta
A igualdade foi esquecida
Nos direitos tudo corta
A educação foi perdida
Tem amigos poderosos
Que lhe pagam as campanhas
E um partido de medrosos
Que lhe apara sempre as manhas
Ó i ó ai mas o que deu ao povo
Ó i ó ai pra se deixar enganar
Ó i ó ai isto precisa de novo
Isto precisa de novo
Duma revolução pra mudar
Manuel F. C. Almeida
4 comentários:
Um ótimo libelo!
Qunato às minhas forças, posso dizer-lhe que não é a primeira vez que a morte me tangencia. Quando tinha 25 anos, ela me levou meu marido e meu filhinho de 2 anos e meio. Fiquei de cama 1 ano, pesando 39 quilos. Depois veio a culpa, pois a vontade de viver schopenhauriana era imensa. Como não morria, refiz minha vida. Agora é um pouco diferente, não tenho tanto ânimo, mas o tenho mais do que a maioria das gentes e se não lutar, como posso vencer ou perder a batalha?
Um beijo,
Renata
Querido amigo,
Bjs a vc, bjs a Renata...
bjs
Versos bem cadenciados...Bonito!
Beijos de luz...
Interessante o seu blog...
Gostei do que li, vi e ouvi.
Continue.
Enviar um comentário