terça-feira, julho 08, 2008







foto by:RAPHAEL o pensativo



Este pensar ausente, esta canção que se refaz na linha melancólica do horizonte. Aqui tudo se tingiu de amarelo e castanho tristeza, até o canto dos homens se precipita de encontro ao isolar da vida e se prende na memória que os ventos arrastam, onde o tempo não se apaga e a esperança é uma promessa constante, onde o sol dá ás sombras uma cor particular e a paisagem se incendeia em cada sopro. Aqui se faz Alentejo.


Manuel F C. Almeida

3 comentários:

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

A esperança é sempre uma promessa constante... Adorei, está poesia é bela, assim como é bela cada esperança minha nos humanos.Um grande abraço
Fiz postagem nova,se tiveres tempo apareça por lá, será muito bem vindo.

Abraço-te disse...

O Alentejo tem um beleza indiscritivel...
Tal como o próprio poema ...

JustMe

RENATA CORDEIRO disse...

Adoro o Alentejo, terra de Florbela ESpanca. Quando lá estive fazia muito calor, mas andei Portugal inteiro até chegar. É muito lindo. Já que não posso ficar sem fazer nada, senão olho no espelho e me vejo magricela, 39 quilos, por causa da quimio, resolvi fazer algo aqui. Enquanto coleto material para "Bonequinha de luxo", postei sobre o filme "Sombras de Goya" que em Portugal ficou como no original "Os Fantasmas de Goya". Apareça por aqui:
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
não há ponto depois de www
Um beijo,

PS: Traduzi um soneto de Shakespeare e pus no post