quinta-feira, julho 10, 2008








FOTO BY: Bárbara Meyer Elias




Há sempre um rio selvagem
Nos recantos do pensar.

Um rio de bruma e de terra
Perdido de encantos

Há sempre um rio que se faz amor
Quando corre para o mar.

Manuel F C. Almeida

5 comentários:

nd disse...

Querido amigo,

Rio que corre para o mar, vida que passa e que vai nesse redemoinho de pensar...
Linda poesias
bjs

RENATA CORDEIRO disse...

Tudo o que vc escreve é simplesmente lindo. Adoro o seu Blog. Vc não vem ver-me? Preciso de ajuda, estou pesando 39 quilos e o que me resta a fazer são postagens.
wwwrenaatcordeiro. blogspot.com
não há ponto depois de www
PS: venha colher a sua rosa da beleza. Traduzi e publiquei os sonetos de Shakespeare e transcrevi um deles nesse post. Há muitos mimos, venha buscar.

mundo azul disse...

...é bonito!!!
Beijos de luz...

RENATA CORDEIRO disse...

Não tem poema novo hj? Precisava tanto do seu alento, amigo. Ontem eu estava num estado que à noite tive que ir ao médico, pois nada me parava no estômago. Anteontem estava com 39 quilos, ontem à noite, com 37. Gastei minhas últimas economias na contratação de uma enfermeira que parece um gigante, mas que me transporta no colo e cuidará da minha alimentação parental. A F@ pediu para eu fazer a resenha de "Fale com Ela".
Apareça:
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
não há ponto depois de www
Um beijo,

Van disse...

Faça-se amor desses rios que em mim também correm.
E que os teus rios corram para o mar Ad Infinitum!

Belíssimo poema. Belíssimo blog.
Prazer em ler-te.

Beijuca

VAN FILOSOFIA

SECRET LOVE