sexta-feira, junho 27, 2008



ONDE...






Onde viva a madrugada
Sem inicio e sem fim,
Onde a memória do vento
Me empurre contra
O muro das minhas lembranças,
É aí que eu quero acordar
Deste meu corpo. Crisálida
Das memórias vivas
Que tempo marcou.

Onde viva a madrugada,
E o silêncio se imponha
no olhar eterno dos amantes.


Manuel F.C. Almeida

1 comentário:

RENATA CORDEIRO disse...

O poema é simplesmente lindo, tanto no tema quanto no trato com a língua. Parabéns. Como vê, voltei e já fiz um post de agradecimento.
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
não há ponto depois de www
Não precisa ler a úlima cena, é opcional.
Um beijo, amigo, da Rê