
ONDE...
FOTO BY:leandro cargnin
Onde viva a madrugada
Sem inicio e sem fim,
Onde a memória do vento
Me empurre contra
O muro das minhas lembranças,
É aí que eu quero acordar
Deste meu corpo. Crisálida
Das memórias vivas
Que tempo marcou.
Onde viva a madrugada,
E o silêncio se imponha
no olhar eterno dos amantes.
Sem inicio e sem fim,
Onde a memória do vento
Me empurre contra
O muro das minhas lembranças,
É aí que eu quero acordar
Deste meu corpo. Crisálida
Das memórias vivas
Que tempo marcou.
Onde viva a madrugada,
E o silêncio se imponha
no olhar eterno dos amantes.
Manuel F.C. Almeida
1 comentário:
O poema é simplesmente lindo, tanto no tema quanto no trato com a língua. Parabéns. Como vê, voltei e já fiz um post de agradecimento.
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
não há ponto depois de www
Não precisa ler a úlima cena, é opcional.
Um beijo, amigo, da Rê
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