quinta-feira, outubro 04, 2007



ALENTEJO

(NOVO OLHAR)









Silêncios tingidos
De branco
Em dias de luz
De um só tom.
Mascaras feitas
De terra
Em moldes
Sem tempo
Nem som.
Charnecas sem
Movimento.
Praias de vistas
Sem fim
Montes e vales
Despidos
Giestas, estevas
Jasmim
Tudo está preso
No tempo
Tudo está vivo
Pra mim.


Manuel F. C. Almeida

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