
Bebemos nos caminhos da palavra
O elixir da vivência
E tomamos os sentidos
por existência.
Cortamos sempre a direito
Sem nunca olharmos para o lado
E assim vamos fazendo o
sentido amordaçado
Andamos sempre á procura
Do mundo por nós desejado
Dizemos cheios de pena-
mas que triste é o meu fado
E ficamos como estatuas
Num jardim pintado a preceito
Com rosas de todas as cores, roubadas
ao nosso peito.
Manuel F. C. Almeida
5 comentários:
II ENCONTRO DE BLOGS EM ALVITO
AOS 21 DE ABRIL DE 2007
ESTAMOS ELABORANDO O PROGRAMA:
-COMUNICAÇÕES S/ BLOGS
-MOMENTOS DE POESIA
-CANTARES ALENTEJANOS
-VISITA AO PATRIMÓNIO CONCELHIO
MARQUE JÁ NA SUA AGENDA!
MAIS NOTÍCIAS MUITO EM BREVE.
Desde sempre me deixei render pela palavra. Os seus caminhos da palavra são indiscutivelmente para trilhar.
(*olharmos)
anónimo: fico sensibilado pela manifestação de apreço pela palavra e pelos seus segredos. todos trilhamos os caminhos dela e todos nos deixamos enredar nos seus misterios. o importante é gostar das palavras. e do que elas podem dizer, nos momentos em que o podem fazer. nos tempos em que sucedem.
obrigado.
As palavras são ainda como a memória dos cheiros pelo poder que têm de evocar sentires.
(rectifique olharmos, p.f.)
anónimo:
faltou-me essa dimensão. a memória dos cheiros, pelo poder que têm de invocar sentires............ sublime.
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