domingo, março 18, 2007
















Bebemos nos caminhos da palavra
O elixir da vivência
E tomamos os sentidos
por existência.

Cortamos sempre a direito
Sem nunca olharmos para o lado
E assim vamos fazendo o
sentido amordaçado

Andamos sempre á procura
Do mundo por nós desejado
Dizemos cheios de pena-
mas que triste é o meu fado

E ficamos como estatuas
Num jardim pintado a preceito
Com rosas de todas as cores, roubadas
ao nosso peito.


Manuel F. C. Almeida

5 comentários:

LUIS MILHANO (Lumife) disse...

II ENCONTRO DE BLOGS EM ALVITO


AOS 21 DE ABRIL DE 2007


ESTAMOS ELABORANDO O PROGRAMA:

-COMUNICAÇÕES S/ BLOGS

-MOMENTOS DE POESIA

-CANTARES ALENTEJANOS

-VISITA AO PATRIMÓNIO CONCELHIO


MARQUE JÁ NA SUA AGENDA!


MAIS NOTÍCIAS MUITO EM BREVE.

Anónimo disse...

Desde sempre me deixei render pela palavra. Os seus caminhos da palavra são indiscutivelmente para trilhar.
(*olharmos)

Anónimo disse...

anónimo: fico sensibilado pela manifestação de apreço pela palavra e pelos seus segredos. todos trilhamos os caminhos dela e todos nos deixamos enredar nos seus misterios. o importante é gostar das palavras. e do que elas podem dizer, nos momentos em que o podem fazer. nos tempos em que sucedem.
obrigado.

Anónimo disse...

As palavras são ainda como a memória dos cheiros pelo poder que têm de evocar sentires.
(rectifique olharmos, p.f.)

Anónimo disse...

anónimo:
faltou-me essa dimensão. a memória dos cheiros, pelo poder que têm de invocar sentires............ sublime.