segunda-feira, março 19, 2007



Avidamente percorro
As linhas inexistentes de ti,
E luxuriosamente, o prazer
De não te ter
Amante,
Invade o meu ser.
Povoas-me o espírito,
Povoas-me o espaço.
Onde te querer?

Na liberdade de te livre

Saber.

Manuel F.C. Almeida

2 comentários:

Anónimo disse...

O Manuel Almeida acabou de escrever um poema universal: que é vivido por pessoas de todas as épocas e de todos os sítios, que é repetido infinitamente. E encontrá-lo foi, para mim, sentir amor e liberdade.

Anónimo disse...

anonimo:

é assim que eu quero a quem me é importante. livre como a sua vontade se manifestar. assim quero a todos os meus amigos. livres como um pintassilgo. assim gosto de me sentir.