
Caminhas pelo horizonte dos meus sonhos
Com o passo delicado de uma história
No mais reprimido mapa da memória
Esconde-se o teu corpo dos meus olhos
Caminhas devagar e sem o saber
Percorres as páginas da minha existência
Meus braços abraçam a tua ausência
Meus lábios cantam-te no meu viver
Prisioneiros somos neste universo
De estrelas que brilham como diamantes
De poemas escritos, jóias de amantes
Que descrevem a vida, verso ante verso.
Manuel F. C. Almeida
Com o passo delicado de uma história
No mais reprimido mapa da memória
Esconde-se o teu corpo dos meus olhos
Caminhas devagar e sem o saber
Percorres as páginas da minha existência
Meus braços abraçam a tua ausência
Meus lábios cantam-te no meu viver
Prisioneiros somos neste universo
De estrelas que brilham como diamantes
De poemas escritos, jóias de amantes
Que descrevem a vida, verso ante verso.
Manuel F. C. Almeida
fotoJoão de Castro













































