
repetição
Já estragaram a nossa festa, pá
Destruíram nossos sonhos
Desfolharam nossos cravos
Os cravos de pétalas de liberdade.
Sei que há sonhos que não morrem
Mesmo com tanta mentira
Sei que há homens que não vergam
Mesmo quando a esperança
Lhes tiram
Sei também quando é preciso, pá
Resistir, resistir e lutar
Canto Abril, canto o mar
Canto o sonho de igualdade
Canto a minha irmã liberdade
Canto a esperança de ver o povo
Acordar.
E ouvir em todo o mundo
Um novo Abril a gritar.
Manuel F.C. Almeida


















