
Sinto que o tempo se acaba
Aqui
Nesta alegórica existência
Sem sentido
Na procura do poema perdido
Em mim
Que cante a minha verdadeira
Face
Na margem em que a coragem era
Vida
E o coração uma arma apontada
À esperança
Mas é tempo de silenciar
Os sonhos
E deixar de pintar as palavras
Com o teu nome.
Manuel F.C. Almeida
Aqui
Nesta alegórica existência
Sem sentido
Na procura do poema perdido
Em mim
Que cante a minha verdadeira
Face
Na margem em que a coragem era
Vida
E o coração uma arma apontada
À esperança
Mas é tempo de silenciar
Os sonhos
E deixar de pintar as palavras
Com o teu nome.
Manuel F.C. Almeida
fotoDiogo Pereira













































