
É em ti que eu penso
Quando o ruído da batalha
Esmorece e me revejo
Nas flores espalhadas no chão
No espelho desenho o teu
Corpo e num acesso de
Raiva incontida
Quebro-te em mil pedaços.
O sangue das flores mancha
Enfim o campo de batalha
Vinguei finalmente o corpo
Só o cheiro das flores ficou
Quando em ti penso.
Manuel F. C. almeida
2 comentários:
Por vezes faltam as palavras...
Bjos*
O cheiro é a memória que mais cultivo!
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