
TEMPESTADE
Evocar os deuses quando chove
É mais que um exercício de temor
É recordar a inocência que se move
Um eco da memória, medo, dor
De um tempo sem ciência ou explicação
De um tempo de crenças e de magia
De um tempo em que a inocência da razão
Explicava o mundo dia a dia .
Manuel F. C. Almeida
2 comentários:
E onde é que esse tempo já vai...
Saudades...
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