terça-feira, maio 27, 2008








TEMPESTADE











Evocar os deuses quando chove
É mais que um exercício de temor
É recordar a inocência que se move
Um eco da memória, medo, dor

De um tempo sem ciência ou explicação
De um tempo de crenças e de magia
De um tempo em que a inocência da razão
Explicava o mundo dia a dia .



Manuel F. C. Almeida

2 comentários:

Jay Dee disse...

E onde é que esse tempo já vai...

Moura ao Luar disse...

Saudades...