segunda-feira, maio 19, 2008

















A Florbela


Desenhavas sonetos no olhar
E sentimentos nas palavras
Teus olhos, de tanto chorar
Nunca paravam onde estavas

Teus amores e desencantos
Teus homens, tuas paixões
Trouxeram-te horas de prantos
Engalanaram tuas canções

Mas tanta dor e sofrimento
Tanta genealidade vivida
Terminaram no momento
Em que te subtraíste à vida.

Manuel F. C. Almeida

3 comentários:

Fátima disse...

:))))))))) ...

Jay Dee disse...

Flor bela.

Anónimo disse...

Pagou o excesso de vida com a própria.