
CANTO
foto by:Nuno Manuel Baptista
Estende a tua mão na minha,
Deixa-me colher nela os dias
Que passei sem te conhecer
E descobrir nela o prelúdio
Desta madrugada.
Deixa-me desenhar-te os dedos
Com os dedos.
Tomar-te os seios nos lábios
E o ventre no ventre
Deixa-me respirar o teu perfume
Sobre as águas plácidas do amor
E despertemos de mãos dadas
Numa alvorada imortal.
Manuel F.C. Almeida
2 comentários:
Estão muito bonitos os teus últimos poemas. Boa fase para escrever, não sei se poderás dizer o mesmo da fase que vives. Mas tu sabes. Só gostava que pudesses contar-me que é igualmente boa. Desejo-o.
escrevo para que me lewiam. gosto de me expressar pela poesia. obrigado por leres.
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