
SONETO PARA C.V.
Aqui, a planície ganha tons d’ aguarela,
Quando os elementos se dão ao olhar.
Com o cantar das aves, pinto uma tela.
Da cor destes campos, faço um cantar.
Quando os elementos se dão ao olhar.
Com o cantar das aves, pinto uma tela.
Da cor destes campos, faço um cantar.
Aqui, o tempo dança na ponta da vela.
A história está viva no cante e no ar.
No meu caminhar encontra-se a estrela,
Dos dias passados em luta, a mudar.
E foram anos e anos de lutas constantes,
De noites perdidas, ausentes, errantes,
Em defesa do todo e de um ideal.
E olhando para trás, pró nosso passado,
Descubro que tudo o que está mudado,
Foi graças ao povo e ao Poder Local.
Manuel F. C. Almeida
1 comentário:
Olá... dcp a ausencia mas teve de ser. bj
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