sábado, novembro 17, 2007



SONETO PARA C.V.











Aqui, a planície ganha tons d’ aguarela,
Quando os elementos se dão ao olhar.
Com o cantar das aves, pinto uma tela.
Da cor destes campos, faço um cantar.


Aqui, o tempo dança na ponta da vela.
A história está viva no cante e no ar.
No meu caminhar encontra-se a estrela,
Dos dias passados em luta, a mudar.


E foram anos e anos de lutas constantes,
De noites perdidas, ausentes, errantes,
Em defesa do todo e de um ideal.


E olhando para trás, pró nosso passado,
Descubro que tudo o que está mudado,
Foi graças ao povo e ao Poder Local.


Manuel F. C. Almeida

1 comentário:

eudesaltosaltos disse...

Olá... dcp a ausencia mas teve de ser. bj