
repetição
Já estragaram a nossa festa, pá
Destruíram nossos sonhos
Desfolharam nossos cravos
Os cravos de pétalas de liberdade.
Sei que há sonhos que não morrem
Mesmo com tanta mentira
Sei que há homens que não vergam
Mesmo quando a esperança
Lhes tiram
Sei também quando é preciso, pá
Resistir, resistir e lutar
Canto Abril, canto o mar
Canto o sonho de igualdade
Canto a minha irmã liberdade
Canto a esperança de ver o povo
Acordar.
E ouvir em todo o mundo
Um novo Abril a gritar.
Manuel F.C. Almeida
6 comentários:
Em Abril, águas mil.
Vamos lá ver se retomo a assiduidade aos comentários :)
elouise
Manel aquilo que não nos podem tirar é o que vivemos em 25 de Abril de 1974...nem o sonho...nem nos podem vergar à ditadura da desta democracia...e os vampiros andam por aí....
elouise comenta se valer a pena e se o desejares. és sempre bem vinda
beijos
anónimo sim a resistencia faz-se no nosso interior, os vampiros um dia serão mortos. ainda creio nisso, mas sem cravos, porque revoluções com flores nao resultam.
abraço
Há coisas que ninguém nos tira
Mesmo que agora vivamos em estado-de-rosa-choque ninguém nos tira as memórias e as vivências. :)
25 de Abril sempre! :)
Beijão
joana ele há coisas que nos vão tirando aos poucos. e tudo pela mão mafiosa deste PS.
maria as memórias e a liberdade no pensar são exclusivos nossos
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