quarta-feira, março 21, 2007






Aproximaram-se como ovelhas. Todos em rebanho. A visão deixou-me repugnado. Iam voltar as conversas de circunstância, sensaboronas e desinteressantes. Assim foi, num ápice estava rodeado pela fina-flor do concelho, a olhar para mim como se fosse um bicho. Duas pessoas eram diferentes. O padre porque percebeu tudo de uma assentada e estava vigilante o GNR porque era GNR, pouco mais se lhe poderia pedir. Tinha deixado de raciocinar. O que fazia era automático. Um GNR é apenas um cão do poder. Quando este ordena ele obedece. Não existia nele qualquer sinal de eloquência. Isto é deformação pessoal, mas é o que penso.
Assim passei cerca de uma hora em companhia de bêbados, interesseiros e lambe botas. A Isabel e a fátima tinham-se retirado do quadro e não as vi até ao momento em que a Isabel surgiu:

4 comentários:

Bartolomeu disse...

Uiii sage, deixas-te-te invadir pelo descrédito na pessoa humana.
Mas ok, até se compreende, ha por aí (pelo mundo) alguns que se deixaram invadir por outros desejos e objectivos.
Mas vamos lá ao que interessa... a Isabel e a Fatinha, retiraram-se do quadro e deixaram-te na companhia dos bêbados?
ai ai ai ai ai, não é sinal de estarem desejosas de ti Sage, tu faz-me um favor, vê lá se compões o ramalhete e arranjas maneira de nos dizer que elas sairam para encontrar um cantinho sussegado, para onde te levar, a fim de conversarem sobre... arque ologia? ok, sempre é melhor que aturar os bêbedos.

Anónimo disse...

bartolo sinto que o irei desapontar. lol

Anónimo disse...

«a olhar para mim como se fosse um bicho». Esta frase é de gente e para gente. Toda a gente já se sentiu a sê-lo e a vê-lo.

Anónimo disse...

anonimo é apenas uma constatação por vezes acontecem destas coisas.