sábado, fevereiro 24, 2007





A POESIA. SEMPRE ELA A LIBERTAR-ME







Nas mil folhas
De cetim que guardas
No peito
Existe um rio
Feito de amor
E de olhares que
As águas esquecem.
Em ti me dilui e me
Desfiz.
Em ti sou apenas
Gota de orvalho
De uma madrugada
Esquecida.


Manuel F.C. Almeida

1 comentário:

Páginas Soltas disse...

Lindo...lindo...

Quem escreve assim, deve ter muita sensibilidade!

Obrigada por a partilhares connosco!

Beijo da
Maria