
Hoje vi cair uma estrela, Corri para lhe tocar com a mão
E quando lhe toquei entendi, Que as estrelas quando se tocam
Enchem-nos
O coração de
De partilha.
E revivi a sensação de
Tocar a liberdade com os dedos, Olhar os seus cabelos
E dizer – obrigado. E na quietude do silencio ver a sua
Ascensão
Como dádiva
Do acontecer,
Tendo a felicidade
De um dia
Ser recordado
Na memória
De uma estrela
Linda
Como o mundo.
Manuel F. C. Almeida
E quando lhe toquei entendi, Que as estrelas quando se tocam
Enchem-nos
O coração de
De partilha.
E revivi a sensação de
Tocar a liberdade com os dedos, Olhar os seus cabelos
E dizer – obrigado. E na quietude do silencio ver a sua
Ascensão
Como dádiva
Do acontecer,
Tendo a felicidade
De um dia
Ser recordado
Na memória
De uma estrela
Linda
Como o mundo.
Manuel F. C. Almeida
4 comentários:
Ser recordado, na memória de uma estrela, é sem dúvida um privilégio. Privilégio que corresponde sem dúvida a um amor que cresceu em ambiente de magia. E se cada estrela que ornamenta o firmamento, fôr a materialização ou a sublimação de um amor?
Boue meditar sobre o assunto...sei antecipadamente que não vou concluir, mas ao menos, contemplo o firmamento.
sao mais belos os seus comentarios que os meus textos. obrigado
Perdão!
Caro Sage, os meus comentários são provocados pelos seus escritos, que presumo sejam resultado de vivências.
Se alguma "belesa" lhe encontra, essa deve-se sem dúvida à limpidez da sua alma.
seria hipocrita se afirmasse nao ficar com o ego cheio. mas nao sou. todos gostamos que nos digam palavras sensiveis.
obrigado
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