sábado, dezembro 02, 2006

Alentejo














Nas ruas despidas, sem
Gentes
Nas casas fechadas,
Vazias
Nos caminhos, reinos do

No horizonte perdido
Esquecido
Nas planícies onde estás
Sempre só
Aqui, neste lugar
Não tem fim
O Alentejo.

Manuel F. C. Almeida

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