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Numa manobra desesperada para denunciar o buling jornalistico, o deputado e vice da bancada do PS rouba, de forma descarada e ostensiva o gravador do seu algoz.
depois de afirmar "que toda a gente tem os seus azares" o DEPUTADO DA NAÇÃO diz aos portugueses o que devem fazer quando se sintam bvitimas de violência:
Roubar
aconselho pois os portugueses a assaltarem as sedes dos bancos, seguradoras, repartições de finanças, da PT, EDP, SONAE, e a Assembleia da Républica, assim como as sedes dos partidos envolvidos nas escandaleiras dos free ports, dos submarinos, do BPN e casos semelhantes, sem esquecer as camaras municipais autenticos é claro.
Desta forma em caso de serem presos, poderão afirmar que só estavam a roubar porque as entidades em causa estavam a exercer uma enorme violência psicológoca sobre vocês
Manuel F. C. Almeida
Eu pertenço a um outro país que não o vosso, a um outro quarteirão, a uma outra solidão LÈO FERRÉ
quinta-feira, maio 06, 2010
segunda-feira, maio 03, 2010

Quando te encontrar,
Se te encontrar um dia
No deserto das palavras
Urgentes
Vou beijar a tua alma
E soletrar todo o teu corpo
Em mil estrelas
Cadentes
Manuel F. C. Almeida
fotoFernando Tavares
sábado, abril 24, 2010

A AMAR-TE
A amar-te, chegaram as primeiras rugas
Como sulcos na areia da praia.
E eu parei o tempo em mim
Fiz do meu espaço a eternidade
Que sempre desejei.
Desenhei-me como se fosse nuvem
Que se perde e se renova em mil
Formas adocicadas.
Sou memória e sentido
Sou uma orquídea que se perde
E se renova para gáudio dos deuses,
Sou a página branca de um livro
O símbolo, letra por catalogar.
A amar-te fiz da escuridão
O meu luar
Manuel F.C. Almeida
fotoNuno Bernardo
domingo, abril 18, 2010

Já vejo uma esteva a florir,
Os teus lábios.
Uma ave que paira nos céus
Teu olhar
Uma folha solta no vento
Teu sorrir
Uma onda que explode na praia
Teu beijar
Já vejo um fruto que cresce
Na árvore do nosso mar.
Os teus lábios.
Uma ave que paira nos céus
Teu olhar
Uma folha solta no vento
Teu sorrir
Uma onda que explode na praia
Teu beijar
Já vejo um fruto que cresce
Na árvore do nosso mar.
Manuel F. C. Almeida
fotoAlexandre Grand
domingo, abril 11, 2010

Senhores de um mundo
Sem mundo.
Viajantes clandestinos
Das palavras sem destinos
Cantam a morte
E a vida
Cantam alvoradas
E ocasos
Cantam amores
E ódios
Em mil poemas
Ignorados.
Manuel F. C. Almeida
Sem mundo.
Viajantes clandestinos
Das palavras sem destinos
Cantam a morte
E a vida
Cantam alvoradas
E ocasos
Cantam amores
E ódios
Em mil poemas
Ignorados.
Manuel F. C. Almeida
fotoAntónio J. S.
quarta-feira, março 31, 2010
quarta-feira, março 24, 2010

Se porventura alguém me ler
No fim dos tempos, depois de morto
Vai incorporar-me, sem saber
Na sua vida e no seu corpo.
Manuel F, C, Almeida
No fim dos tempos, depois de morto
Vai incorporar-me, sem saber
Na sua vida e no seu corpo.
Manuel F, C, Almeida
fotoAnny Kátia
sábado, março 20, 2010

Descobre-te nu
No espelho
De uns olhos
Outros.
Vê como és
Deus, homem
Mortal.
No espelho
De uns olhos
Outros.
Vê como és
Deus, homem
Mortal.
Senhor do mundo
Criador do
Bem e do mal.
Manuel F. C. Almeida
Criador do
Bem e do mal.
Manuel F. C. Almeida
FOTODDiArte
domingo, março 14, 2010

A boca, os olhos, as mãos
A memória intangível
De criança
Nunca superada.
O silêncio
O espanto.
O tudo e o nada.
A inocência dos actos.
A malícia dos corpos,
Que aos corpos está atenta,
Lavra as letras como rimas.
O poeta vive assim e
Assim se inventa.
Manuel F. C. Almeida
FOTO:Marcos
terça-feira, março 09, 2010

Visto fato
Dispo fato
Uso camisa
E gravata
Sapatos que brilham
Ao longe
Um sorriso de encantar
E no final o que fica...
Um vazio de pasmar.
Manuel F. C. Almeida
Dispo fato
Uso camisa
E gravata
Sapatos que brilham
Ao longe
Um sorriso de encantar
E no final o que fica...
Um vazio de pasmar.
Manuel F. C. Almeida
fotopedro nossol
quinta-feira, março 04, 2010

Não interessa o quanto a vida te tem maltratado...Anda sempre de cabeça erguida!!!
HOJE ADERE Á GREVE.
CONTRA A DEGRADAÇÃO DA VIDA POLITICA
CONTRA A FALSA MORALIDADE DOS POLITICOS
CONTRA A PREMISCUIDADE ENTRE OS GOVERNOS E O PODER ECONÓMICO
PELA DEFESA DO CONTRATO SOCIAL
PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO
PELA DEFESA DE UM ESTADO AO SERVIÇO DO POVO
CONTRA A MENTIRA E A DEMAGOGIA DESTE GOVERNO
FAZ GREVE PELO NOSSO FUTURO
E MESMO SE MORRERES QUE SEJA DE PÉ COMO AS ARVORES
terça-feira, março 02, 2010

Um dia disseste: regressa!
Entre os cacos partidos,
Sobrava apenas uma ampulheta.
Com as nossas mãos
Voltamos a girar a o tempo,
A reparar o que foi destruído
A reaprender os olhares e os odores
Mas nunca mais recuperámos
A inocência.
Ficou algures
Entre as memórias do silêncio
De crianças despertadas.
Manuel F. C. Almeida
Entre os cacos partidos,
Sobrava apenas uma ampulheta.
Com as nossas mãos
Voltamos a girar a o tempo,
A reparar o que foi destruído
A reaprender os olhares e os odores
Mas nunca mais recuperámos
A inocência.
Ficou algures
Entre as memórias do silêncio
De crianças despertadas.
Manuel F. C. Almeida
fotoTuta
sábado, fevereiro 27, 2010
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
terça-feira, fevereiro 23, 2010

Com puritanismo se afoga o mundo
Com as falsas falas da moral
Mas no estranho espaço virtual
Todas as taras saltam do fundo
A coberto da exposição social
No anonimato das alcunhas
Revelam-se as garras e as unhas
Da reprimida tusa nacional
E é assim que senhoras muito pudicas
Incapazes de dizer um palavrão
Se regalam com o garanhão
Que se mostra em poses sempre lúdicas.
E assim se prova uma vez mais
O nosso amor à liberdade
É que escondidos da sociedade
Nunca deixamos de ser animais.
(ainda bem)
Manuel F. C. Almeida
Com as falsas falas da moral
Mas no estranho espaço virtual
Todas as taras saltam do fundo
A coberto da exposição social
No anonimato das alcunhas
Revelam-se as garras e as unhas
Da reprimida tusa nacional
E é assim que senhoras muito pudicas
Incapazes de dizer um palavrão
Se regalam com o garanhão
Que se mostra em poses sempre lúdicas.
E assim se prova uma vez mais
O nosso amor à liberdade
É que escondidos da sociedade
Nunca deixamos de ser animais.
(ainda bem)
Manuel F. C. Almeida
sábado, fevereiro 20, 2010

E um dia eu vou colher o mundo
E respirar bem fundo
O aroma do amar
Queiram os deuses e queira a minha vida
Que esta flor colhida
Venha um dia a cantar
Tantos sonhos, segredos já perdidos
Segredos escondidos
Do meu eterno andar
E um compasso que voa a meu lado
E canta este meu fado
De nunca me encontrar
Dá-me o tom, a musicalidade
E toda a eternidade
De um já passado olhar
E no fim, quando eu desço á terra
Descubro uma guerra
Travada no meu peito
E é então, que olho os meus dias
E ouço as sinfonias
Das águas no seu leito.
Manuel F. C. Almeida
E respirar bem fundo
O aroma do amar
Queiram os deuses e queira a minha vida
Que esta flor colhida
Venha um dia a cantar
Tantos sonhos, segredos já perdidos
Segredos escondidos
Do meu eterno andar
E um compasso que voa a meu lado
E canta este meu fado
De nunca me encontrar
Dá-me o tom, a musicalidade
E toda a eternidade
De um já passado olhar
E no fim, quando eu desço á terra
Descubro uma guerra
Travada no meu peito
E é então, que olho os meus dias
E ouço as sinfonias
Das águas no seu leito.
Manuel F. C. Almeida
fotoM.I.R.
terça-feira, fevereiro 16, 2010

´
Consegues lembrar-te disto?
Daquela linda madrugada
Da liberdade a chegar
Nos braços de um vento
De história que teimou
No seu soprar
Da tua cara de espanto
Do teu riso e teu cantar?
Consegues lembrar tudo isto
Mas não consegues gritar
Que só pode ter liberdade
Quem em seu nome lutar.
Manuel F, C, Almeida
Daquela linda madrugada
Da liberdade a chegar
Nos braços de um vento
De história que teimou
No seu soprar
Da tua cara de espanto
Do teu riso e teu cantar?
Consegues lembrar tudo isto
Mas não consegues gritar
Que só pode ter liberdade
Quem em seu nome lutar.
Manuel F, C, Almeida
fotoGraça Loureiro
sábado, fevereiro 13, 2010

E nas nuvens que teimam em fugir
Eu vejo o teu sorrir
No encontro de amanhã
O teu cheiro, que paira sobre mim
É o cheiro de um jardim
Que visito pela manhã
E sentado eu agradeço à vida
Toda a beleza vivida
NAs telas que criei
E a pele, tão fresca e tão pura
Tão cheia com ternura
No corpo que inventei
E o tempo, o tempo que nada diz
Que é só pedra de giz
Que teima em não parar
Dá-me o sonho, deixa-me ser senhor
Ser todo o teu calor
Num mundo para cantar
E eu revejo, o sol no teu olhar
Na tua boca o mar,
Nesse teu corpo o… céu
Fecho os olhos, procuro no meu ser
O melhor que posso ter
Para melhor ser teu
E a brisa da nova madrugada
Desenha uma alvorada
E tu vens a chegar
De repente e por um breve instante
Tu és um diamante
Pedra por lapidar
E então tudo desaparece
É o mundo que acontece
Se descobre ao beijar
Finalmente eu vou ganhar coragem
Para partir em viajem
Eu sei onde parar
Vou parar nas bermas no teu ser
E ai eu vou dizer
Tu és meu cantar.
Manuel F. C. Almeida
Eu vejo o teu sorrir
No encontro de amanhã
O teu cheiro, que paira sobre mim
É o cheiro de um jardim
Que visito pela manhã
E sentado eu agradeço à vida
Toda a beleza vivida
NAs telas que criei
E a pele, tão fresca e tão pura
Tão cheia com ternura
No corpo que inventei
E o tempo, o tempo que nada diz
Que é só pedra de giz
Que teima em não parar
Dá-me o sonho, deixa-me ser senhor
Ser todo o teu calor
Num mundo para cantar
E eu revejo, o sol no teu olhar
Na tua boca o mar,
Nesse teu corpo o… céu
Fecho os olhos, procuro no meu ser
O melhor que posso ter
Para melhor ser teu
E a brisa da nova madrugada
Desenha uma alvorada
E tu vens a chegar
De repente e por um breve instante
Tu és um diamante
Pedra por lapidar
E então tudo desaparece
É o mundo que acontece
Se descobre ao beijar
Finalmente eu vou ganhar coragem
Para partir em viajem
Eu sei onde parar
Vou parar nas bermas no teu ser
E ai eu vou dizer
Tu és meu cantar.
Manuel F. C. Almeida
quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Somos produto do acaso
Vencedores de uma corrida
Só a morte nos liberta
Da ilusão que é a vida
Actores de algumas memórias
Que vivem em que nos amou
Saudades, risos, histórias
Espaços que o corpo ocupou
Átomos, moléculas, partículas
Animadas em segredo
Em nada diferentes de um rio
Que morre sem nunca ter medo
Manuel F, C, Almeida
Vencedores de uma corrida
Só a morte nos liberta
Da ilusão que é a vida
Actores de algumas memórias
Que vivem em que nos amou
Saudades, risos, histórias
Espaços que o corpo ocupou
Átomos, moléculas, partículas
Animadas em segredo
Em nada diferentes de um rio
Que morre sem nunca ter medo
Manuel F, C, Almeida
fotoJoãocarlo
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