
TEMPESTADE
Evocar os deuses quando chove
É mais que um exercício de temor
É recordar a inocência que se move
Um eco da memória, medo, dor
De um tempo sem ciência ou explicação
De um tempo de crenças e de magia
De um tempo em que a inocência da razão
Explicava o mundo dia a dia .
Manuel F. C. Almeida


















