
sintra dos misterios e do orgone, levantava-se diante de nós. pelas suas vielas e becos mercantis, deambulamos de maos dadas com o tempo e (seria?) amor.milhares de turistas passavam e olhavam. creio que viam dois num só, tal era a força com que nos unimos. o riso, a alegria, o olhar seria só encenação?. começo a recordar hoje a minha ingenuidade, até a memória dos beijos me sabem a fel. creio ter sido mais uma estatua no jardim de medusa. devolvia-me á vida sempre que necessitava de mim. é como as crianças. quando fartas de um jogo colocam-no de lado e em frente a novo brinquedo tudo se renova e nada resta do viveram. agora feito estatua ainda resta-me aguardar que o tempo me torne á vida.



















