domingo, abril 10, 2011



A liberdade de alguns ou a confusão da posse

Criação infernal
De flores e pétalas
Douradas
A liberdade “que é minha”
Tem propriedades
Privadas

Não tem face,
Nem tem existência.
É minha!
Pronto! paciência.

Que eu luto todos os dias
Pela causa da liberdade
Neste mundo de opressão
Mas o objecto “meu”
Encondo-o na palma da mão.

Viva então a liberdade
De quem comigo caminha

Desde que a liberdade só viva
Na liberdade que é minha.


Manuel F.C. Almeida





1 comentário:

d'Alma disse...

Um firme sentido de Liberdade e marca pessoal!... E um Poema bastante agradável!...



"En(S)condo-o na palma da mão."




feliz Páscoa!




Abraço
















(En(s)condo-o na palma da mão.)