sábado, outubro 02, 2010





















Ínfimo rebite de infinito
Peça incógnita de tempo
Eu habito as asas do vento
Só nele cabe a cor deste grito

E os dias corroem aquilo que sou
Definho sozinho ante o meu espelho
Jovem já fui e embora não velho
A dor do meu grito, tudo matou

Sereno, aguardo só mais um suspiro
Que seja de dor , que seja semente
Sou o que fui e sou no presente
Aquele que “era” e de quem me retiro.


Manuel F.C. Almeida


1 comentário:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

...Com o tempo ...

Conforme o tempo passa, tudo vai

E parece um cavalo perdido branqueado

E sentimo-nos presos em uma cama de azar

E se sente sozinho não pode tão doloroso

E um se sente traído pelos anos perdidos

Então, realmente ... com o tempo ... nós fazemos mais...

Serás o que sempre foste, posto que és.
Belo* Dói. Sabes do amor. Retorna.
Beijo amigo. Eu quero e fico contigo.
Renata