quinta-feira, outubro 29, 2009

















Os meus versos nascem
Dos meus olhos
Da luz que os ilumina
Toda a hora

Do espanto que se descobre
Quando a vida se
Desflora.

Manuel F.C. Almeida

fotoXanadu

2 comentários:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Que lindo, Poeta! Passei e admirei!
Beijos e Bom Fim de Semana,
Renata

Anónimo disse...

É bom não perder essa capacidade de espanto, porquanto se perde, perde-se também a capacidade de espantar os outros. Somos sombras que fomos, como você já escreveu.