sexta-feira, dezembro 17, 2004

quem sou

É no sonho dos teus dias
Que me faço real.
Mordaças de tristeza e raiva
Calam a minha existência,
Há muros de silêncio enfadonhos
Içados pelos homens.
Desejo! Quero!
Reclamo um local
Para viver ou morrer.
Os lagos ficam espelhos
Sem o falar do vento.
Os dias correm placidamente iguais;
Como o vento, acariciam as tuas faces de porcelana
Oriental.
Morrer na lembrança dos teus dias,
É apenas o recusar a memória.

2 comentários:

antonio disse...

Só para pedir desculpa pela falta de militância nas visitas. O tempo tem sido muito curtinho.

Um abração do
Zecatelhado

lena disse...
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